A história de Pedro Luis Barreto Litwinczuk (desistiu de tentar pronunciar na terceira letra, né?), sempre foi sobre superar limites e vencer desafios. Os primeiros passos foram no esporte: ainda na adolescência foi jogador de vôlei, passou por clubes como Tijuca Tênis Clube, América, Flamengo e até mesmo a Seleção Carioca, sempre como titular e capitão da equipe. Essa experiência se revelaria importantíssima em sua formação, já que ajudou muito a lidar com disciplina e liderança.

Começou a trabalhar cedo, aos 17 anos. Tinha um grande objetivo pela frente, o casamento com uma bela jovem chamada Marisa, que havia conhecido na Igreja. Foi trabalhar com o pai, um dos fundadores da Golden Cross. Começou como vendedor, depois supervisor, foi a gerente geral e em pouco tempo já era sócio da maior concessionária de vendas da Golden Cross. Dedicou-se a aprender, fez vários cursos de vendas, liderança, motivação - em 1989 chegou a quebrar o recorde de 10.000 contratos em um único mês. Com 19 anos, foi emancipado pelo pai, comprou seu primeiro apartamento e casou.

Em 1991, enquanto Marisa passava pelo oitavo mês de gestação do terceiro filho do casal, o sucesso profissional também trouxe sua primeira grande provação: Pedro foi sequestrado junto com a irmã mais nova. Foram 21 dias de cárcere até a polícia, de forma milagrosa, estourar o cativeiro.

A experiência traumática foi um grande aprendizado: era tempo de rever sua forma de viver. Aprendeu a dar valor a pequenas coisas da vida, passar mais tempo com a família, filhos, esposa.

Era o momento de buscar novos desafios! Deixou uma empresa estruturada e reconhecida para fundar o plano de saúde AllMed. Aos 28 anos, Pedro era sócio majoritário, com 60% da empresa.

Em quatro anos já eram 35.000 vidas sob assistência da empresa - sem escritórios e corretoras terceirizadas. Em cinco, a companhia foi vendida por 4,3 vezes seu faturamento, abrindo espaço para mais uma fase na vida de Pedro. Foi o momento de dedicar-se aos estudos de Teologia ao mesmo tempo em que prestava consultorias na área comercial criando novas abordagens e métodos de vendas.

Em 2001, Pedro passou pela experiência única de participar de uma edição do No Limite, reality show da Rede Globo. Foram meses longe da família, em condições precárias e aprendendo a conviver com pessoas muito diferentes. Depois de seu grupo ganhar 5 de 8 provas, o apresentador Zeca Camargo definiu Pedro como um "estrategista nato" em uma matéria para o Jornal O Globo.

Depois do programa, de volta a vida real, era hora de atender a um chamado antigo: ao formar-se em Teologia, Pedro fundou a Comunidade Batista do Rio (CBRio). O que começou com encontros de 15 pessoas, logo reuniu mais de 2.000. Agora Pedro era Pastor Pedrão. Mas os desafios não cessaram, ao contrário, vieram com toda força na sua vida pessoal.

Depois de viver uma longa guerra contra a balança - chegou a pesar 160kg -, submeteu-se a cirurgia bariátrica. Alcançou os 90kg, que mantém através de disciplina alimentar e atividade física.

Quando tudo parecia tranquilo, o pai sofreu um acidente de carro, ficando cego do olho direito e precisando colocar uma prótese no fêmur. No mesmo ano, a irmã mais velha faleceu de câncer. E como se essas provações já não bastassem, em 2015, Pedrão descobriu que estava com 95% do tronco esquerdo obstruído. Sem possibilidade de resolver por stent, submeteu-se a uma complicada cirurgia cardíaca apenas 15 dias depois. Foram duas safenas e uma mamária e 4 meses de reabilitação rigorosa cumprida a risca para otimizar os resultados.

Ao receber alta, um novo baque: sua esposa Marisa é diagnosticada com um tumor no cerebelo. Depois de receber alta, 7 dias depois da extração do tumor, parecia tudo bem quando Marisa entrou em coma em casa: estava com meningite. Desenganada pela medicina, acreditada por Deus, saiu do coma dois dias depois, após duas novas intervenções cirúrgicas.

A partir daí, foi o amor do casal e a dedicação de Pedrão que definiram essa história: Marisa, que voltou para casa um vegetal, hoje já faz atividade física intensa e tem recuperado gradativamente a sua memória, equilíbrio, fala... Continua, como nunca, uma grande parceira de Pedrão em todos os momentos: são 32 anos de união, três filhos (Karina, Natasha e Pedro Júnior) e três netas (Helena, Isadora, e Alice).

Essa é a história de Pedro Litwinczuk, ou melhor dizendo, o Pastor Pedrão: um homem para o qual a palavra impossível não existe. Uma sequência de desafio e superação. Foco e fé.
A história de Pedro Luis Barreto Litwinczuk (desistiu de tentar pronunciar na terceira letra, né?), sempre foi sobre superar limites e vencer desafios. Os primeiros passos foram no esporte: ainda na adolescência foi jogador de vôlei, passou por clubes como Tijuca Tênis Clube, América, Flamengo e até mesmo a Seleção Carioca, sempre como titular e capitão da equipe. Essa experiência se revelaria importantíssima em sua formação, já que ajudou muito a lidar com disciplina e liderança.

Começou a trabalhar cedo, aos 17 anos. Tinha um grande objetivo pela frente, o casamento com uma bela jovem chamada Marisa, que havia conhecido na Igreja. Foi trabalhar com o pai, um dos fundadores da Golden Cross. Começou como vendedor, depois supervisor, foi a gerente geral e em pouco tempo já era sócio da maior concessionária de vendas da Golden Cross. Dedicou-se a aprender, fez vários cursos de vendas, liderança, motivação - em 1989 chegou a quebrar o recorde de 10.000 contratos em um único mês. Com 19 anos, foi emancipado pelo pai, comprou seu primeiro apartamento e casou.

Em 1991, enquanto Marisa passava pelo oitavo mês de gestação do terceiro filho do casal, o sucesso profissional também trouxe sua primeira grande provação: Pedro foi sequestrado junto com a irmã mais nova. Foram 21 dias de cárcere até a polícia, de forma milagrosa, estourar o cativeiro.

A experiência traumática foi um grande aprendizado: era tempo de rever sua forma de viver. Aprendeu a dar valor a pequenas coisas da vida, passar mais tempo com a família, filhos, esposa.

Era o momento de buscar novos desafios! Deixou uma empresa estruturada e reconhecida para fundar o plano de saúde AllMed. Aos 28 anos, Pedro era sócio majoritário, com 60% da empresa.

Em quatro anos já eram 35.000 vidas sob assistência da empresa - sem escritórios e corretoras terceirizadas. Em cinco, a companhia foi vendida por 4,3 vezes seu faturamento, abrindo espaço para mais uma fase na vida de Pedro. Foi o momento de dedicar-se aos estudos de Teologia ao mesmo tempo em que prestava consultorias na área comercial criando novas abordagens e métodos de vendas.

Em 2001, Pedro passou pela experiência única de participar de uma edição do No Limite, reality show da Rede Globo. Foram meses longe da família, em condições precárias e aprendendo a conviver com pessoas muito diferentes. Depois de seu grupo ganhar 5 de 8 provas, o apresentador Zeca Camargo definiu Pedro como um "estrategista nato" em uma matéria para o Jornal O Globo.

Depois do programa, de volta a vida real, era hora de atender a um chamado antigo: ao formar-se em Teologia, Pedro fundou a Comunidade Batista do Rio (CBRio). O que começou com encontros de 15 pessoas, logo reuniu mais de 2.000. Agora Pedro era Pastor Pedrão. Mas os desafios não cessaram, ao contrário, vieram com toda força na sua vida pessoal.

Depois de viver uma longa guerra contra a balança - chegou a pesar 160kg -, submeteu-se a cirurgia bariátrica. Alcançou os 90kg, que mantém através de disciplina alimentar e atividade física.

Quando tudo parecia tranquilo, o pai sofreu um acidente de carro, ficando cego do olho direito e precisando colocar uma prótese no fêmur. No mesmo ano, a irmã mais velha faleceu de câncer. E como se essas provações já não bastassem, em 2015, Pedrão descobriu que estava com 95% do tronco esquerdo obstruído. Sem possibilidade de resolver por stent, submeteu-se a uma complicada cirurgia cardíaca apenas 15 dias depois. Foram duas safenas e uma mamária e 4 meses de reabilitação rigorosa cumprida a risca para otimizar os resultados.

Ao receber alta, um novo baque: sua esposa Marisa é diagnosticada com um tumor no cerebelo. Depois de receber alta, 7 dias depois da extração do tumor, parecia tudo bem quando Marisa entrou em coma em casa: estava com meningite. Desenganada pela medicina, acreditada por Deus, saiu do coma dois dias depois, após duas novas intervenções cirúrgicas.

A partir daí, foi o amor do casal e a dedicação de Pedrão que definiram essa história: Marisa, que voltou para casa um vegetal, hoje já faz atividade física intensa e tem recuperado gradativamente a sua memória, equilíbrio, fala... Continua, como nunca, uma grande parceira de Pedrão em todos os momentos: são 32 anos de união, três filhos (Karina, Natasha e Pedro Júnior) e três netas (Helena, Isadora, e Alice).

Essa é a história de Pedro Litwinczuk, ou melhor dizendo, o Pastor Pedrão: um homem para o qual a palavra impossível não existe. Uma sequência de desafio e superação. Foco e fé.

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